Reproduzido por: Zauros S. Struthi
Reproduzido por (em mãos): Derium S. Avacera
Desde as épocas mais remotas da civilização trodonte, os dinossauros são considerados peças cruciais no campo de batalha. Alguns especialistas consideram que o uso de dinossauros é mais importante até do que o de soldados comuns, considerando os últimos apenas como “elementos acessórios” das bestas em meio ao combate.
A velocidade, o tamanho, a resistência aos mais variados ataques, todas essas e mais outras características nas quais os dinossauros adestrados superam os soldados trodontes, identificam a importância deles numa guerra.
Este texto visa, primariamente, identificar cada tipo de dinossauro usado no campo de batalha. Em seguida, serão estudadas suas características, seus pontos fortes e fracos, como devem ser utilizados, como devem ser combatidos, entre outros pontos.
Ceratopsídeos
Os Ceratopsídeos são a linha de frente de qualquer exército. Os chifres das criaturas, alinhados com o solo, garantem que qualquer grupo que se choque contra eles, possuindo ou não dinossauros, saia seriamente ferido do confronto.
No ataque, a tática é semelhante: os ceratopsídeos devem ser dispostos em linha reta, ocorrendo então o ataque de maneira uniforme, com o objetivo de atropelar o exército inimigo, causando a maior quantidade de dano possível aos seus soldados. Aqui o movimento de escavação não é recomendado, visto que é valorizada mais a velocidade e o momento ao qual estarão sujeitas as bestas.
Vale destacar que os ceratopsídeos ficam relativamente vulneráveis, se não protegidos, após o ataque inicial, quando a situação do campo de batalha torna-se mais caótica. Uma formação que pode impedir isso é o círculo fechado. Os ceratopsídeos com isso impedem os ataques traseiros (o ponto fraco de um ceratopsídeo é justamente esse). Além disso, essa formação é ideal para a proteção dos arqueiros e das máquinas de guerra como balistas e catapultas.
Entre os ceratopsídeos mais usados no campo de batalha, encontram-se:
- o Triceratops, a espécie mais robusta, chegando a 9 metros de comprimento;
- o Anchiceratops, uma espécie menor, de 6 metros de comprimento;
- o Styracosaurus, outra espécie menor, também de 6 metros, com o diferencial de possuir apenas um chifre frontal e uma “coroa” de chifres no topo do crânio.
Anquilossaurídeos
Os anquilossaurídeos, ou anquilossauros como são mais comumente falados, são as principais unidades de combate de um exército trodonte.
Com suas complexas armaduras naturais ósseas e a poderosa clava na ponta da cauda, esses dinossauros se destacam tanto na neutralização de dinossauros como os ceratopsídeos e os grandes saurópodes, como na derrubada de portões que impeçam a passagem do exército atacante.
Um ponto forte dos anquilossauros que merece ser analisado mais a fundo, é sua grande capacidade em derrubar barreiras com suas clavas ósseas. No caso de um portão de madeira, por exemplo, dois Pinacossaurus são capazes de derruba-lo facilmente com golpes sucessivos e simultâneos. Existe um relato de um ataque à uma fortaleza em que, na impossibilidade de atacar os pesados portões de ferro por motivos de espaço, um general trodonte ordenou que todos os anquilossauros começassem a golpear conjuntamente e de maneira sincronizada as muralhas. Após algumas dezenas de golpes, apenas os seus pesados blocos restavam no chão.
Os anquilossaurídeos que apresentam melhores resultados no campo de batalha são:
- o Ankylosaurus, a maior espécie, que chega aos 10 metros de comprimento;
- o Pinacosaurus, uma espécie menor, de cerca de 5,5 metros (ideal para a derrubada de portões).
[continua]
